Vozes me perseguem, eu não sei o que elas querem
Se há vida, ainda fere, vem me trazer razão
Qual a mente que suporta, não a livro que descreve
Só quem sentiu na pele entende a sensação
Vou me esconder de novo, tenho medo desse povo
E de dia gerencio ser humano, utilizando a persuasão
Não me ofereça dinheiro, o que eu quero e outra coisa
Livre arbítrio livre escolha: Mas sofrer já é padrão
Vozes me perseguem, eu não sei o que elas querem
Se há vida, ainda fere, vem me trazer razão
Qual a mente que suporta, não a livro que descreve
Só quem sentiu na pele entende a sensação
Vale sonha, vale chora, só não vale se matar!
Subindo no topo da montanha de cadáveres!
No topo da montanha de cadáveres!
Subindo no topo da montanha de cadáveres!
Subindo no topo da montanha de cadáveres!
No topo da montanha de cadáveres!
Vozes me perseguem, eu não sei o que elas querem
Se há vida, ainda fere, vem me trazer razão
Qual a mente que suporta, não a livro que descreve
Só quem sentiu na pele entende a sensação
Vou me esconder de novo, tenho medo desse povo
E de dia gerencio ser humano, utilizando a persuasão
Não me ofereça dinheiro, o que eu quero e outra coisa
Livre arbítrio livre escolha: Mas sofrer já é padrão
Vozes me perseguem, eu não sei o que elas querem
Se há vida, ainda fere, vem me trazer razão
Qual a mente que suporta, não a livro que descreve
Só quem sentiu na pele entende a sensação
Vale sonha, vale chora, só não vale se matar!
Subindo no topo da montanha de cadáveres!