Peguei na cauda do boi, na saída da porteira
Quando eu vinha na carreira e ouvi alguém gritar
Passe a baiana, que o boi é duro e é ligeiro
Ele se esquiva do vaqueiro e é difícil de derrubar
Aí sim, meu cavalo abriu
Quando o boi caiu, valeu, valeu, valeu sim, senhor
Aí sim, meu cavalo abriu
Quando o boi caiu, valeu, valeu, valeu sim, senhor
Valeu, boi na faixa do amor, na pista da paixão
Tinha munheca pesada, mas na vaquejada eu não dou mole, não
Valeu, boi na faixa do amor, na pista da paixão
Tinha munheca pesada, mas na vaquejada eu não dou mole, não
A alegria do boi é o zero do vaqueiro
Mas o prazer do vaqueiro é a queda do boi
Sou nordestino, tomo banho de barreira
Bebo água de cacimba, já corri nos tabuleiros
Gosto de uma cabocla, na toada, no xote ou baião
Teu aboio é quem junta a boiada solta nas caatingas, na seca do sertão
Gosto de uma cabocla, na toada, no xote ou baião
Teu aboio é quem junta a boiada solta nas caatingas, na seca do sertão
Valeu, boi na faixa do amor, na pista da paixão
Tinha munheca pesada, mas na vaquejada eu não dou mole, não
Valeu, boi na faixa do amor, na pista da paixão
Tinha munheca pesada, mas na vaquejada eu não dou mole, não
A alegria do boi é o zero do vaqueiro
Mas o prazer do vaqueiro é a queda do boi



















