Céu de vidro, azul fumaça
Quatro graus de latitude
Rua estreita, praia e praça
Minha arena e ataúde
Não permita, Deus, que eu morra
Sem sair desse lugar
Sem que um dia eu vá embora
Pra depois poder voltar
Quero um dia ter saudade
Desse canto que eu cantei
E chorar se der vontade
De voltar pra quem deixei
De voltar pra quem deixei































































































