É na beira do mar, que eu canto ciranda, na beira do mar
É na beira do mar, que canta a sereia para me acalentar
É na beira do mar, que eu canto ciranda para o povo dançar
Seja de noite ou dia, nasce a poesia, na beira do mar
Seja de noite ou dia, nasce a poesia, na beira do mar
Pernambucano e filho de Nazaré
Anderson é, querido em qualquer lugar
Pernambucano e filho de Nazaré
Anderson é, querido em qualquer lugar
Onde chegar, todo mundo lhe abraça
Canta ciranda na praça, e faz o povo cirandar
Onde chegar, todo mundo lhe abraça
Canta ciranda na praça, e faz o povo cirandar
É na beira do mar, que eu canto ciranda, na beira do mar
É na beira do mar, que canta a sereia para me acalentar
É na beira do mar, que eu canto ciranda para o povo dançar
Seja de noite ou dia, nasce a poesia, na beira do mar
Seja de noite ou dia, nasce a poesia, na beira do mar
Em Jaguaribe e Itamaracá, a Ilha
A Rainha brilha, nunca deixou de brilhar
Em Jaguaribe e Itamaracá, a Ilha
A Rainha brilha, nunca deixou de brilhar
Que o seu cantar é igual ao da sereia
E a onda do mar passeia no rosto da beira-mar
Que o seu cantar é igual ao da sereia
E a onda do mar passeia no rosto da beira-mar
É na beira do mar, que eu canto ciranda, na beira do mar
É na beira do mar, que canta a sereia para me acalentar
É na beira do mar, que eu canto ciranda para o povo dançar
Seja de noite ou dia, nasce a poesia, na beira do mar
Seja de noite ou dia, nasce a poesia, na beira do mar
(É na beira do mar)