Quase todo homem sempre tem a filial
Toda filial sempre tem um outro também
Está o mundo inteiro envolvido nesse mal
Amor puro e sincero hoje quase ninguém tem
Agora é rotina, o mundo inteiro está assim
A quase todo instante, uma dupla traição
Falo francamente, apesar de ser suspeito
Quem vive desse jeito é sempre vítima e ladrão
O homem bonito que se diz conquistador
Colibri das madrugadas a trair o seu amor
Não vê que, quando sai na sua casa, um outro vem
Ocupa o seu lugar entre os braços do seu bem
Enquanto ele se julga super-homem de boa fé
Quase todo mundo sabe o super-homem que ele é