Da virtualidade à vida
Quando tudo ainda
Era tempo de ser
De ser o que sonhei, contigo
Sem correr perigo
Onde te querer
Era tudo que eu merecia
Mas eu não sabia
Que virias ser
O desamor que amarra os passos
Que destrói os laços
E faz perceber
Que a vida era mais colorida
Onde o mal ainda
Não podia ver
Tudo podia ser eterno
Como um castelo
Que eu queria ter
E se eu me apaixonar de novo
Quero tudo novo
Pra reaprender
Que a redamância acontece
O amor prevalece
Mesmo sem querer
Ser abrigo
Tudo o que um dia eu queria ser
Se preciso
Como dois sóis, brilho pra aquecer
Sem pouquinho
Na matemática somar é ter
De mansinho
Fazer amor até amanhecer