Gente que atira à queima-roupa
Gente que te diz o que fazer
Gente se humilhando pela sopa
Gente se exaltando na TV
Só pra depois aparecer
Em mais panfletos nos anos eleitorais
Sujando a rua e os canais
Bagunçam seus jorresbinais [?]
Sem se entender se torna mais
Difícil viver nesse caos
O brilho dos astros ofuscado pela luz das ruas
E dos carros com os seus faróis
Janelas formam constelações
A luz acesa indica gente junta vivendo a sós
E há quem diga que a correria
Esse estilo de vida humana
É o que tempera e dá o sal
Que o caos não é tão mal
Que o caos não é tão mal
Que o caos não é tão mal
Que o caos não é tão mal
Que o caos não é tão mal
Que o caos não é tão mal
Que o caos não é tão mal
Mas é que no mato o caos traz paz
E na cidade ele faz mais
Caos
Mais caos
Mais caos
Mais caos
Que o caos não é tão mal
Que o caos não é tão mal
Que o caos não é tão mal
Que o caos não é tão mal
Que o caos não é tão mal
Que o caos não é tão mal
Que o caos não é tão mal
Depois de se mexer em árvores
Ter que voltar ao mar (árvores)
E empilhando pelo céu
E o horizonte é vertical
Na multidão se pode ver
O caos sempre trazendo mais
Caos
Mais caos
Mais caos
Mais caos
Foi numa noite fria
Nos gerais do Rio Preto
Que eu tentei me olhar um pouco mais
Foi numa noite fria que de onça eu tive medo
E descobri que o mato é sempre mais sagaz (o mato é sempre mais sagaz)
Que o mato é sempre mais sagaz (o mato é sempre mais sagaz)
Que o mato é sempre mais sagaz (o mato é sempre mais sagaz)
Que o mato é sempre mais sagaz (o mato é sempre mais sagaz)
Que o mato-caos mata e refaz