Me sinto controlado
Mais que dilacerado
Quem cuida das minhas costas é o instinto guerreiro
Nessas palavras fáceis
Nas letras mais cantáveis
O restante que sobra é pra pular o céu
Cada canto pintado
O ponto mais focado
Se torna obra rara sem nem mesmo ver
Cantigas anotadas
Códigos decifrados
As luzes apagadas pra não perceber
Um mundo decifrado
A alma aprisionada
Ou medo de olhares que me verão perder
Nunca vão me ver perder
Repúdio, ódio, conflito
Tenho que lidar com o fogo do inimigo
O meu peito abre e o coração sai do sentido
Minha mente para e me deparo com os vícios
A nuvem chega e descarrego nos perigos
Cada gota caída é uma dádiva ativa
O ponto verde florescendo as maravilhas
Pescando cada peixe que por mim seja possível
Cores em quadros pintados sem aquarela
Mais alto que montanhas da antiguidade
Quer me levar, mas sem poder correr
Nem pela minha sombra vão poder me ver