Sou, um polaco louco, paca, longe de seus pinheirais
Sou, o mistério do planeta
Nem novos baianos ou velhos curitibanos
Polacos, bugres, ou teus ancestrais
Sou um polaco louco paca, pra caralho
Como vina e pinhão
De Curitiba não vou sair (não vou sair)
E Curitiba não vai sair sem mim
Sou o poema dos poetas que ainda não nasceram
Sou o poema que ainda nascerá
Sou a semente de uma flor que brotará
Ou o poema que nunca nascerá?
Sou um polaco louco paca, pra caralho
De Araucária a
Curitiba, de você eu não vou sair (não vou sair)
E Curitiba não vai sair sem mim
E Curitiba não ter fim