Travessa do mar nas calçadas manchadas de Sol
Os rastros do vento nos olhos do mar
A vida tem pressa e não pode parar
Os passos se afogam ao caminhar
Nas ruas desertas dentro do olhar
Alucinado a se discorrer
Nos traços e atrasos do simples viver
E ver o todo
Nas vias havia o tempo a percorrer
O corpo sedento querendo sentir
A chama inflama e se põe a parir uma estrela dançante
Travessa do mar, os passos se afogam ao caminhar
Junto da maré tão lenta, tira a venda e veja
Corpo veleja, seja a sede de beber água do mar
E devagar, vagando em mar aberto
Certo da incerteza, faz da vida oferenda só pra vida navegar
Travessa do mar nas calçadas manchadas de Sol
Os rastros do vento nos olhos do mar
A vida tem pressa e não pode parar
Os passos se afogam ao caminhar
Nas ruas desertas dentro do olhar
Alucinado a se discorrer
Nos traços e atrasos do simples viver
E ver o todo
Nas vias havia o tempo a percorrer
O corpo sedento querendo sentir
A chama inflama e se põe a parir uma estrela dançante
E as calçadas manchadas de Sol, das ruas desertas dentro do olhar
Junto da maré tão lenta, tira a venda e veja
Corpo veleja, seja a sede de beber água do mar
E devagar, vagando em mar aberto
Certo da incerteza, faz da vida oferenda só pra vida navegar
A vida tem pressa e não pode parar, o corpo sedento querendo sentir