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Confira a Letra Vlad (Mestre Espadachim Criado pelas Estrelas) - De Soar

Duelista

Vlad (Mestre Espadachim Criado pelas Estrelas) - De Soar

Na escuridão da noite
Onde a luz não chega
Ainda há uma estrela
A brilhar

Trouxe ruína a quem amei
Fui enganado por alguém
Nos becos de Soara, ainda há esperança?
Trarei luz aonde o Sol não alcança

Sempre ouvi vozes desde moleque
Por algum motivo
É que por um raio negro
Em dia de Sol
Fui atingido

Criador de velas, órfão, Vlad
Nasci em Soara, aparência de nobre
Mas as mãos são leves como adagas
Mas sempre quis usar uma espada

Ser cavaleiro é quase impossível
Pra quem nasceu no meio das vielas
A realidade é bem mais difícil
Não tolero injustiças

Só um garoto, mas os adultos sentem medo
Dizem que meu olhar é afiado
Talvez porque esconda um segredo

Fui gentil com o homem em minha frente
Um cavaleiro aposentado diz ser
O levo até aqueles que me criaram
O que houve eu não podia prever

Falsificou sua identidade e me enganou
Como isso pôde ocorrer?
Matou aquele que tanto me inspirava
Me deixou vivo

Eu juro que cê vai se arrepender!

Como uma estrela
Eu sigo rasgando os céus
Sou o bem necessário
Para esse mundo cruel

Dragões nem cavaleiros
Podem parar um menino
Não brando uma espada
Eu brando o próprio destino!

Vlad!
Vlad de Soara, meu nome ecoa
Como em um canto de batalha

Minha lâmina reflete o brilho da esperança
Iluminando até mesmo onde o Sol não alcança

Tenho que escapar, Zemina
Um dia vamos nos reencontrar
Uma espada comprada com suas lágrimas
Seus sonhos em mim podem depositar

Conversando com a voz que me guia na mente
O caminho da espada se torna evidente
Consigo ter seus direcionamentos
Consigo ser diferente

Caminho sem rumo até achar
Joseph Bayezid e Jager
Eu vim do norte, vocês são o norte
E me deram o norte pra ser quem eu preciso ser

Treinando com um cavaleiro de verdade
Recebendo conselhos de algo maior
Abençoado por um padre que viu um garoto
Tentando ser melhor

Carrego a bandeira de Bayezid
Frio como o norte, implacável como a justiça
Caçando um verme da morte
Fazendo meu nome chegar em outras províncias

Esse cavalo selvagem só aceita a mim
Ele parece me entender
Também não consigo andar em nenhum outro cavalo
Eles parecem me temer

Não posso compreender
Mas sinto uma conexão com o mundo
No meu olho, meu universo se mostra
E nele ainda estou em segundo

Um breve retorno a Soara
Passei pra coletar o lixo
Sou o legado de Jorge
Farei o que for preciso

Eu te tratei com respeito
E me vinguei do modo que pude
Você está no topo das vielas
Mas uma estrela brilha bem acima das nuvens

Minha vingança quase completa
Só falta um detalhe
Me vingar de Godin
Mas ainda não estou nessa fase

Sigo o caminho do meu coração
E a espada aponta a direção

Como uma estrela
Eu sigo rasgando os céus
Sou o bem necessário
Para esse mundo cruel

Dragões nem cavaleiros
Podem parar um menino
Não brando uma espada
Eu brando o próprio destino!

Vlad!
Vlad de Soara, meu nome ecoa
Como em um canto de batalha

Minha lâmina reflete o brilho da esperança
Iluminando até mesmo onde o Sol não alcança

Enfrentando Dullahan
Meu corpo quase não resiste
Esse é o mundo de meu mestre
Um poder sem limites

Deixe as crianças em paz
Isso não é um pedido
Dullahan: Haha
Voz: Se atreve a ridicularizar meu discípulo?

Voz: Aí está, então foi resolvido
Me desculpo quando acordar
Voz: Não, não é preciso

Hey!

Contam comigo no norte
Chamado pra uma missão
Essa é um pouco mais difícil
Devemos matar um dragão

Já tô me acostumando a lidar com a pressão do campo
Um velho cavaleiro ensina como um jovem se porta, no entanto
Joseph confia em mim, então não temerei nada
Cavaleiros da central estão bem longe de casa

Caçadores de dragões
Mircea Dragulia apareceu
Mesmo me atrapalhando
Quem matou o dragão fui eu!

Minha espada quebrou, mas não deixou de brilhar
Matadora de dragões, cê pode se orgulhar
No salão de cavaleiros eu entro
Chegou o dia do juramento

A espada de Bayezid por inteiro
Vlad de Soara, o Cavaleiro

Como uma estrela
Eu sigo rasgando os céus
Sou o bem necessário
Para esse mundo cruel

Dragões nem cavaleiros
Podem parar um menino
Não brando uma espada
Eu brando o próprio destino!

Vlad!
Vlad de Soara, meu nome ecoa
Como em um canto de batalha

Minha lâmina reflete o brilho da esperança
Iluminando até mesmo onde o Sol não alcança