Lauana Prado
Henry Freitas
Parece que a gente só brilha no escuro, né?
Vamos contar essa história, vai
Fala por aí que só me conhece vista
Sabe qual a vista?
Quando olha por cima de mim
Na cama
A gente usa a boca, usa a língua, na rua, nem fala
Sentimento que só bate de madrugada
Nosso amor não vale um copo d'água
Ah-ah
São dois safados
Fazendo raiva um pro outro
Que não ama e empresta o corpo
Faz tudo e nada de assumir
São dois safados
Que só brilham no escuro
A pilantra e o vagabundo
Trocando golpes por aí
São dois safados
Fazendo raiva um pro outro
Que não ama e empresta o corpo
Faz tudo e nada de assumir
São dois safados
Que só brilham no escuro
A pilantra e o vagabundo
Trocando golpes por aí
São dois safados
Oh
Lauana Prado
Henry Freitas
Fala por aí que só me conhece vista
Sabe qual a vista?
Quando olha por cima de mim
Na cama
A gente usa a boca, usa a língua, na rua, nem fala
Sentimento que só bate de madrugada
Nosso amor não vale um copo d'água
Ah-ah
São dois safados
Fazendo raiva um pro outro
Que não ama e empresta o corpo
Faz tudo e nada de assumir
São dois safados
Que só brilham no escuro
A pilantra e o vagabundo
Trocando golpes por aí
São dois safados
Fazendo raiva um pro outro
Que não ama e empresta o corpo
Faz tudo e nada de assumir
São dois safados
Que só brilham no escuro
A pilantra e o vagabundo
Trocando golpes por aí
São dois safados
Oh
Henry Freitas
São dois safados