Onde termina meu braço
Começa o do meu irmão
Não há mais eu ou espaço
Somos a mesma equação
Um pulso move mil drones
A fome é geometria
Não há preces ou perdões
Só a coreografia
Eu (não)
Nó (sim)
Nó somos o enxame
Nó somos o fim
Do indivíduo