Quando chega o amanhecer
Já boto a cela no meu alazão
Saio ligeiro para vaquejada
Pra vaqueiro eu tenho o dom
Vaqueiro bom não perde boi na pista
Quando o garrote sai, já vou colado nele
Paixão em mim é o que não falta
É poeira, é força, é vida na pele
Ô, Marlene, abre o coração
Que eu tô batendo na sua porta
Se não for hoje, vai ser quando então?
Esse vaqueiro não vai embora
Ô, Marlene, diz que quer me ver
Que eu largo tudo e vou correndo
Se tu disser que não me quer
Eu bebo e volto te querendo